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Recomendações para projetos cofinanciados

2 min. para leitura 10/06/2015

Realizar a gestão de um projeto com financiamento externo é um desafio. Veja algumas recomendações para as várias etapas de projetos cofinanciados.

A negociação de um projeto com financiamento externo é um processo longo, que pode levar anos. Por isso, é necessário planejar projetos e investimentos com muita antecedência, dentro do plano de ação de governo. Se o gestor está pensando em garantir capital para investimento com financiamento externo, deve prestar atenção em alguns detalhes importantes para a gestão de programas cofinanciados:

  1.    Planejamento inicial

Bancos financiadores não só emprestam o dinheiro, como também auxiliam na gestão do projeto. Além de acompanhar o processo, os agentes atrelam a liberação de recurso com o avanço do projeto.

Aqui vale a experiência e a capacidade de execução da equipe gestora do projeto. Recursos como sistemas informatizados para auxiliar a prestação de contas flexibilizam e geram confiança aos especialistas dos organismos financiadores.

Disponibilizar informações que conciliam a execução física dos projetos com os recursos financiados que foram aplicados no programa é extremamente importante, demonstra que o planejamento bem feito garante as a devida aplicação financeira dos recursos.

  1. Prestação de Contas

Os organismos multilaterais de crédito recomendam que os mutuários sigam padrões internacionais de contabilidade para o controle dos projetos. A geração da contabilidade em dólar é um grande desafio para a gestão pública. O uso de softwares de gestão facilita a administração das informações, parametrizando automaticamente a variação cambial, permitindo, por exemplo, visualizar o projeto em real e em dólar. Além disso, o sistema gera relatórios e organiza toda a documentação solicitada pelo banco.

Os aspectos de evolução física dos projetos permitem aos gestores demonstrar que os recursos financeiros estão sendo aplicados de forma adequada. Tais demonstrativos também facilitam enormemente o trabalho dos auditores, já que a conciliação dos aspectos financeiros com os avanços físicos são facilmente apresentados em relatórios informatizados. Além disso, cruzam os dados planejados com os dados realizados.

É possível usar processos “analógicos”, como planilhas de Excel, ou sistemas comuns de gestão de programas cofinanciados? Sim. Mas, normalmente, gasta-se 70% mais tempo para gerenciar o cofinanciamento, sem falar na geração de erros e desconfiança por parte dos órgãos financiadores.

Aqui no portal e-Gestão Pública já demonstramos por que um software para projetos cofinanciados ajuda na prestação de contas. Se você quer saber mais sobre a gestão de programas cofinanciados ou busca mais informações sobre como conquistar um financiamento, aproveite o Resumo do “Manual de Financiamentos Externos” publicado em nossos materiais educativos.

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