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Pré-requisitos para a prestação de contas aos agentes financiadores

2 min. para leitura 25/02/2015

Desde que aprovado o projeto, há uma série de pré-requisitos para a prestação de contas aos agentes financiadores internacionais. Veja aqui no portal algumas exigências e garanta que todo o cronograma seja realizado de forma correta.

De acordo com o órgão financiador, existe uma periodicidade para prestação de contas. É um acompanhamento perene, que requer tempo e, fundamentalmente, organização. O mutuário deve resumir o andamento do projeto através de um conjunto de relatórios pré-definidos, a conversão do dólar deve ser observada – é preciso abastecer o sistema financiador com as informações necessárias para o andamento do projeto. Se o órgão pegou dinheiro, tem que prestar conta. A receita é simples: se comprou uma laranja, deve apontar de que forma comprou, se houve licitação e em qual a modalidade, qual a taxa de câmbio no dia da compra, de onde saiu o dinheiro… Por esses e outros motivos, os bancos internacionais exigem que o mutuário faça uso de um sistema de gestão, que vai organizar os dados e manter em dia todos os relatórios.

É possível fazer tudo nos moldes antigos, com planilhas e avaliações avulsas? Claro que sim. Porém, será necessário investir em uma equipe maior e ter mais tempo para a produção dos relatórios, o que pode ser inviável por conta do padrão exigido pelo próprio credor, além de causar atrasos no projeto. Se o mutuário não conseguir elaborar os relatórios, terá que informar ao banco e solicitar mais prazo ou corre o risco de ter o projeto estacionado por falta de informações.

A prestação de contas nada mais é que seguir as diretrizes que o gestor mesmo estabeleceu, na hora de confeccionar o projeto. Parece simples, mas com tantos detalhes, um sistema que auxilie o andamento de todo o processo pode garantir que não aconteçam falhas.

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Crédito de imagem: Photl.com