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Gestão de obras públicas e o desafio do controle de desperdícios

2 min. para leitura 30/01/2018

A gestão de obras públicas é sinônimo de desafio no Brasil. São constantes as reclamações da população quanto a demora na entrega, custos acima do previsto e aspectos relacionados a qualidade das obras. O tratamento destas questões está relacionado as atividades de planejamento, pois quanto mais minucioso for, menor tende a ser o desperdício de recursos físicos e financeiros, e maior a previsibilidade da execução.

O atraso de uma obra pública está muitas vezes relacionada ao mal planejamento. O desafio do gestor é, portanto, planejar muito bem a execução da obra, desde a concepção do projeto, orçamentação, contratação, até a entrega da obra. Isso envolve também a preocupação com licenças, alvarás, levantamento de custos adicionais e previsão orçamentária para o pagamento de todas as etapas previstas ao longo do contrato. Destacamos abaixo alguns pontos para auxiliar nesta etapa fundamental da gestão de obras públicas.

Como planejar a gestão de obras públicas

É comum que, na pressa por tirar os projetos do papel, os gestores deixem de lado as atividades de orçamentação e planejamento e uma previsão realista do desembolso financeiro para a execução da obra. Vamos usar como exemplo as construções com longo tempo de execução, que podem ser interrompidas pela falta de recursos orçamentários. Assim, é fundamental sempre ter em mente a importância de um plano bem estruturado para uma eficiente gestão de obras públicas. Por isso, antes de lançar uma licitação, é preciso considerar o aspecto financeiro junto ao órgão responsável pelo repasse, evitando assim a interrupção ou abandono de obras por falta de recursos para o pagamento.

O planejamento também deve levar em conta todas as autorizações, licenças e alvarás necessários para a construção. Iniciar a execução sem ter resolvidas estas questões pode acarretar em embargo da obra. Se não houver possibilidade de regularização da construção, essa falha na gestão de obras públicas causará o desperdício do dinheiro público.

Planejado x Executado

Outro fator que tem um impacto considerável no controle de desperdícios é o cronograma de execução da obra. O responsável pela gestão de obras públicas deve acompanhar se o trabalho executado está conforme o previsto no cronograma e se o padrão de qualidade entregue atende às necessidades. Pagar um preço alto por serviço de baixa qualidade é um desperdício que precisa ser evitado. Uma dica para os gestores é fazer o gerenciamento de seus fornecedores, avaliando o serviço executado e formalizando o relato de eventuais problemas no processo. Dessa forma pode-se evitar a contratação destes prestadores de serviços em obras posteriores.

A eficiência na gestão de obras públicas precisa levar sempre em conta as características específicas de cada projeto e colocar no papel todas as precauções necessárias para o controle de desperdícios. O gestor deve considerar o uso de recursos que facilitem e automatizem a gestão, como sistemas que descomplicam o controle físico e financeiro de todo o processo. Busque uma solução especializada na gestão inteligente de obras públicas para gerenciar os recursos com eficiência e agilidade.

Compartilhe conosco a sua experiência na gestão de obras públicas e no controle de desperdícios.