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Dicas para a gestão de programas cofinanciados

2 min. para leitura 13/01/2016

Todo gestor sabe o quanto pode ser longa a negociação de um projeto que precisa de financiamento externo. Já mostramos aqui no e-Gestão Pública a importância de planejar projetos e investimentos com muita antecedência, dentro do plano de ação do governo. Por isso, se o gestor público está pensando em garantir capital para investimento com aporte externo, deve prestar atenção em alguns detalhes importantes para a gestão de programas cofinanciados:

Como melhorar a gestão de programas cofinanciados?

Atenção ao planejamento inicial

Bancos financiadores não só emprestam o dinheiro, como também auxiliam na gestão do projeto. Além de acompanhar o processo, os agentes atrelam a liberação de recurso com o avanço do projeto.  

Vale ressaltar que um software de gestão de projetos cofinanciados auxilia a gestão de programas cofinanciados, a prestação de contas e maximiza a confiança dos especialistas dos organismos financiadores. Com os recursos do sistema, é possível disponibilizar informações que conciliam a execução física dos projetos com os recursos financiados aplicados no programa, demonstrando que o planejamento foi bem feito e a devida aplicação financeira dos recursos.

Cuidado com a prestação de contas

Os agentes financiadores recomendam que os mutuários sigam padrões internacionais de contabilidade para o controle dos projetos e para a gestão de programas cofinanciados. A geração da contabilidade em dólar é um grande desafio para a gestão pública. Mais uma vez, o uso de softwares de gestão facilita a administração destas informações, parametrizando automaticamente a variação cambial, e permite visualizar o projeto em real e em dólar, atualizando as taxas cambiais. Além disso, o sistema gera relatórios e organiza toda a documentação solicitada pelo banco.

Já mostramos que a prestação de contas é mais que uma exigência dos organismos financiadores: é um sinal de atuação com transparência por parte dos gestores. Na gestão de programas cofinanciados, os demonstrativos servem como base aos auditores, que conciliam os aspectos financeiros com os avanços físicos das obras públicas. Tudo isso é facilitado pelo uso de um software específico para projetos cofinanciados. No entanto, é possível usar planilhas de Excel, ou sistemas comuns de gestão de programas cofinanciados. Mas, normalmente, gasta-se 70% mais tempo para gerenciar o cofinanciamento sem um software específico, sem falar na possibilidade de erros e desconfiança por parte dos órgãos financiadores.

Se você quer saber mais sobre a gestão de programas cofinanciados ou tem dicas para compartilhar conosco, aproveite o espaço para comentários abaixo.