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Cidade digitais: como funciona a internet gratuita

2 min. para leitura 08/06/2016

Vários municípios brasileiros já oferecem internet gratuita em praças e parques. A novidade começa a chegar nas cidades catarinenses, como em Lages, que conta com o serviço em duas praças: João Ribeiro e João Costa. Algumas cidades digitais já expandiram a rede para vários pontos, como Vitória, no Espírito Santo, que disponibiliza o wi-fi sem custos em 62 localidades da capital. Já Feira de Santana, na Bahia, garantiu muitas selfies postadas no Beco da Energia ao disponibilizar o acesso livre a internet. E no Recife, em Pernambuco, os passageiros de ônibus podem conferir as redes sociais enquanto se locomovem, pois tanto o sistema de transporte convencional, quanto o BRT (Bus Rapid Transit), oferecem conexão sem fio em seus veículos.

A internet gratuita traz vários benefícios para população, entre eles: a ampliação da comunicação entre a população e o governo, o estímulo ao turismo e ao empreendedorismo. Mas você sabe como a internet gratuita funciona nas cidades digitais?

Cidades Digitais e internet gratuita

A  RIG (Rede de Internet Gratuita) é montada por meio de parcerias entre o município e empresas, que possam disponibilizar equipamentos ou infraestrutura para o funcionamento do projeto. As instituições devem ser responsáveis pela licença de Serviços de Comunicações e Multimídia (SCM) concedida pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações).

Tecnologia que permite Internet gratuita

Rede wireless – A rede sem fio é uma das principais formas de acesso à internet gratuita nas cidades digitais. Para conectar, o usuário precisa estar dentro da área de abrangência e o acesso pode ser feito por meio de notebooks, tablets e smartphones, mas também é possível utilizar desktops, desde que o computador tenha uma placa wi-fi. A maioria das antenas das cidades digitais transmitem sinal a um raio de 150 metros. Em alguns casos, para manter a qualidade é necessário que o cidadão compre uma antena externa e roteadores.

Serviços de 3G e 4G – Outra tecnologia bastante utilizada para garantir a internet gratuita das cidades digitais, principalmente em projetos que oferecem o serviço em ônibus, é a 3G e a  4G. Como é o caso da cidade de São Paulo, que mesmo com o serviço instável, agrada os usuários de transportes urbanos. Já em Búzios, no Rio de Janeiro, a internet gratuita consegue conectar até 30 mil usuários ao mesmo tempo, pois a tecnologia utilizada permite que as operadoras realizem o desvio de tráfego de dados.

Internet via rádio: essa tecnologia beneficia principalmente os moradores da zona rural. O município de Tibagi, no Paraná, é uma das cidades digitais que utilizam a internet via rádio para facilitar a vida do cidadão. A conexão é de 512 kb, atende 650 famílias, além de interligar os órgãos públicos e permitir a utilização de lousas digitais nas salas de aulas. Além disso, o serviço também estimula o pagamento dos tributos, já que para acessar, é necessário fazer um cadastro e estar com os impostos em dia.

1º Congresso Catarinense de Cidades Digitais

Turismo,  inclusão social e digital, economia criativa e também infraestrutura de transmissão para possibilitar o acesso as novas tecnologias são alguns dos temas do 1º Congresso Catarinense de Cidades Digitais. O evento acontece em Florianópolis, nos dias 9 e 10 de junho, e reunirá prefeitos, vereadores, secretários e gestores com o objetivo de discutir e apresentar projetos e soluções que visem ao aprimoramento dos serviços prestados aos cidadãos.

No congresso, várias empresas apresentarão soluções que permitam melhorias e otimização dos serviços públicos oferecidos aos cidadãos. Se você quiser conhecer melhor as soluções que abordamos aqui no e-Gestão Pública, participe do evento e conheça os softwares Solar BPM, Obras.gov e Saff.